QUEDA DE ANDAIME: Trabalhadores passam bem após queda de andaime

18-08-2011 06:41

No momento do desabamento os funcionários realizavam a concretagem da ponte, quando as escoras e o guarda-corpo cederam

Passam bem os setes funcionários da empresa 'A. Gaspar' que se acidentaram nesta quarta-feira, 17, após a queda de um andaime onde eles trabalhavam em uma obra de uma ponte localizada no Km 30 da BR 101, entre os municípios de Capela e Muribeca.

A obra faz parte da duplicação da BR 101 no Estado de Sergipe. No momento do desabamento, os funcionários realizavam a concretagem da ponte, quando as escoras e o guarda-corpo cederam. Após a queda, os sete operários se feriram e tiveram que receber atendimento ainda no local do acidente, sendo em seguida encaminhados por equipes do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) ao Hospital de Urgência de Sergipe (Huse).

Os feridos foram identificados como sendo Jorge Henrique da Silva Souza, 22 anos, Naldo da Silva, 54 anos, José Francisco da Conceição, 38 anos, José Alberto Nascimento, 38 anos, Válber Jones Marcelino da Fonseca, 18 anos, José Olímpio dos Santos, 43 anos e Vonaldo Lucena da Silva, 54 anos. Todas as vítimas se encontram na Área Verde Trauma, mas nenhuma em estado grave, como havia sido divulgado pela Polícia Rodoviária Federal (PRF) anteriormente.

Vonaldo Lucena, que estava no momento da obra, afirma que a queda do andaime foi rápida e não se pode fazer nada para evitar. “Foi tudo muito rápido e só me lembro que eu fiquei pendurado, mas Graças a Deus me puxaram a tempo de algo mais grave ter acontecido. Tive apenas um ferimento no joelho e nada mais”, relata o trabalhador.

De acordo com um dos engenheiros da empresa A. Gaspar, que não quis ser identificado, no momento do acidente chovia. “Os funcionários trabalhavam no andaime quando ele cedeu e derrubou os trabalhadores. De imediato acionaram o Samu para realizar o atendimento às vítimas”, afirma

Ainda segundo o engenheiro, a empresa enviou um técnico em segurança até a Unidade de Saúde para acompanhar os feridos e a empresa vai oferecer toda a assistência às famílias.

Por Aisla Vasconcelos (Infonet)

 

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